sexta-feira, 13 de abril de 2012

Execução pública de cristãos é mais comum do que se pensa

COREIA DO NORTE - Um relatório divulgado nesta sexta-feira por ativistas sul-coreanos de direitos humanos denuncia o suposto aumento no número de execuções de cristãos na Coreia da Norte, algumas até públicas.

No documento, elaborado pela ONG Comissão Investigativa de Crimes contra a Humanidade, os ativistas afirmam que uma mulher foi executada publicamente no mês passado, em um vilarejo no norte, próximo à fronteira com a China.

Ela teria sido acusada de distribuir bíblias e de espionar para a Coreia do Sul e para os Estados Unidos, além de supostamente articular o movimento dissidente.

Os pais, o marido e os filhos da moça foram todos enviados para um campo de trabalho forçado.

É difícil confirmar estes relatos já que o país é muito fechado, mas é a Coreia do Norte é conhecida por sua intolerância à religião. No país comunista, qualquer religião é vista como grave ameaça ao Estado.

Para o governo norte-coreano, qualquer forma alternativa de organização social é considerada como adversário da ideologia dominante, ela mesmo quase religiosa.

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